E se eu fosse político ?

Tenho tido interesse por política a um bom tempo, admito que meu interesse começou a amadurecer após ler João Ubaldo Ribeiro, após ir a algumas manifestações as quais sempre achei muito desorganizadas e caóticas.
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Com praticamente 99% dos integrantes de esquerda brigando entre si por causa de vertentes, sempre separando as pessoas por grupos como por exemplo: homossexuais, feministas, ateus, usuários de drogas, pobre, rico… E os fazendo esquecerem que somos todos indivíduos. Não importa se uma pessoa é homofóbica, racista, negra, homossexual, despreza pessoas que usam drogas ou usam drogas.

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O princípio deve ser claro para todos: “Não se inicia agressão contra não agressores.” Aquele que iniciar perderá qualquer legitimidade. Eu me considero um libertário anarquista por ideologia, mas sou cético em relação ao anarquismo, por isso acredito que a redução da interferência estatal é o que trará maior liberdade individual, econômica e vida digna de acordo com as vontades e esforços de cada indivíduo.
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Se você precisa pagar o colégio de seus filhos, não tem que ser obrigado a trabalhar cinco meses de um ano para bancar a necessidade dos outros, mas nada impede que você faça isso de forma voluntária e deixo claro que incentivo pessoas que ajudem outros indivíduos de forma voluntária, se sua mãe esta precisando de um tratamento médico, não é justo que você seja obrigado a trabalhar 5 meses de 1 ano para pagar salário de pessoas as quais você não pediu para lhe prestarem serviços ou a educação de outras pessoas. Porém os impostos são uma realidade, devemos ser racionais quanto ao seu uso. E qual é o seu uso mais legítimo na minha opinião ? Utilizar o dinheiro retirado a força (sim, imposto é imposto e não é contribuição), para garantir que ninguém tenha sua liberdade individual cerceada, seja por indivíduos internos ao país quanto externos. A minha proposta é um estado que de liberdade principalmente a instituições que auxiliam os indivíduos a pescarem e não pedir peixe.

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Lembrem-se que nada público é gratuito, você é obrigado a pagar impostos, mas vamos jogar com o que temos e tentar reduzir essa opressão de forma inteligente. A conversa de que educação é prioridade é um erro, porque quando se fala disso, se esquece das instituições privadas e se louva instituições estatais. Imaginem se uma fábrica de carros tivesse o monopólio da educação também, vocês acham mesmo que eles incentivariam o uso de transporte alternativo, combustível sustentável, andar mais de bicicleta ou a pé ? Não sejamos ingênuos é obvio que não. A educação estatal necessita de um cronograma de ensino que obviamente não irá falar mal de instituições estatais. Mas calma! Eu não estou aqui querendo denegrir a importância da educação em geral, apenas esquecemos que se as instituições privadas evoluírem, cursos, instituições de cultura em geral, esportes em geral evoluírem o ensino público também irá evoluir. Repito, não quero eliminar a educação pública. Apenas sou contra a transformação das instituições públicas em monopolizadoras da qualidade de ensino.

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Muita gente pode alegar que é uma medida elitista e que só pessoas com dinheiro iriam poder usufruir das instituições privadas, em primeiro lugar a competição do mercado faz com que os preços reduzam e a qualidade melhore.

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Mas mesmo que fosse verdade, isso não impediria que os impostos que fossem captados de outros lugares (sem aumenta-los claro e tentando sempre reduzi-los aos poucos) fossem investidos ao máximo na educação e haveria muito mais vaga para os que realmente precisam e querem aprender a pescar seu peixe sem depender de intervenção do estado, estaríamos apenas prevenindo. Mas então me perguntam o que faríamos com aqueles que não tem mais idade para ensino básico, eu digo: Redução de impostos ou isenção para livros, material escolar, supletivos, cursos técnicos, cursos de idiomas, instrumentos musicais, cursos de música e arte em geral, universidades também teriam redução ao máximo ou isenções. Além da redução de impostos para empresários em geral, a redução poderia ser o dobro do valor investido em cada escola ou qualquer área de atendimento público. Deixo claro que temos muitos gastos desnecessários incluídos nesses 5 meses de um ano trabalhado, por tanto não tratem como utopia as propostas de redução e até isenção de impostos, além de termos um estado que da praticamente mais de 50% dos nossos impostos para a capital sem retorno ao invés de aplicar diretamente no próprio estado, ainda por cima temos gastos inúteis como bolsa terno, políticos moradores de Brasília recebendo bolsa jatinho, eles tem o direito de votar no próprio salário… E por falar em salário, podem rir. Mas eu sou 100% a favor do modelo Sueco onde a maioria dos políticos não ganham salário, você acha que político merece ganhar salário ?

Diferença entre políticos na Suécia e no Brasil:
http://curiosando.com.br/politica-brasil-e-suecia-video/

A primeira vista eu também poderia pensar assim, se não tivesse estudado política básica e descoberto que todo indivíduo pode exercer funções políticas sem ser um político estatal. Por que um político estatal pode receber um salário e eu não ? É como se dissessem que minhas ideias são inferiores, como se pertencessem a uma casta superior, caso você não saiba todo cidadão pode criar projetos de lei e até mesmo projetos para eliminar leis e oficializa-los, por tanto um político deveria receber o mínimo possível, mas o certo seria nem mesmo receber aqui no Brasil. Se eu fosse político, aceitaria salário ? O partido que eu gosto ainda não foi oficializado (Libertários – Liber).

Filosofia do Liber, o único libertário da história do Brasil: 
http://www.pliber.org.br/Liber/Filosofia

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Embora já existam candidatos fundadores dele em outros partidos tentando simplesmente ocupar lugares de pessoas que estariam criando mais leis e mais impostos, eles estão lá simplesmente para ocupar o lugar de alguém que votaria a favor e nesse partido eu me sentiria seguro para negar o salário, mas esse salário (seu dinheiro) iria ser usado para algo escuso de qualquer forma. Por tanto o usaria para promover ideias libertárias, até porque através desse exemplo. Eu sei que muitas pessoas começarão a votar em quem tem o mesmo princípio da redução de impostos e qualquer investimento que eu fosse fazer sem usar o dinheiro público já seria vantajoso para mim. Afinal, se o político tiver um empreendimento a parte e não tiver salário, ele sempre irá querer dar mais liberdade econômica a todos para que ele também tenha, um dos motivos pelos quais ele não precisa de salário.
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Acabando com os pretextos da falta de oportunidade, acabamos também com a necessidade de bolsas que apenas servem como compra de voto. Quero concluir meu texto dizendo que sou político, o termo politizado é errado, aquele que se informa sobre e atua na tentativa de ensinar as pessoas, as incentivando a atuarem da mesma forma tendo opiniões contrárias ou não, esta atuando politicamente. A “revolução” libertária é didática, espalhando a ideia para o Brasil, em pouco tempo teremos 40% do congresso de libertários, câmara dos deputados, senado, palácio central, câmara dos vereadores, prefeitos e governadores. Só é utopia enquanto não tivermos quantidade considerável e isso esta realmente mudando. Quero deixar claro que 100% dos libertários abominam a ideia de educação pública e com razão, afinal os maiores regimes ditatoriais como o 3º reich, urss, cubano, coréia do norte entre outros começou pelo ensino público. Mas então que pelo menos consigamos fazer os alunos a revindicarem liberdade e autonomia, questionem a existência do cronograma e batam de frente com professores que os incentivam a viverem de assistencialismo. Que se de um aumento para os professores, sem aumentar impostos porque não precisamos aumentar, temos condições. Que se de um salário descente (sem aumentar impostos), que o reajuste salarial dos políticos seja cessado, afinal nem deveriam estar ganhando nada, estão no lucro e é mais do que o suficiente. Mas o funcionário que não cumprir seus deveres e não tiver competência tem que ser demitido como qualquer outro funcionário, se o direito a greve for garantido, os grêmios estudantis sempre irão manipula-los para fazerem mesmo que o salário esteja bom, para testar a tolerância do responsável pelo aumento e desmoralizar o apoio que dava as greves antes.

Para finalizar, meus princípios são: “É imoral iniciar agressão contra um não agressor.”, “Toda liberdade individual é legítima se não esta cerceando a de outro indivíduo.

libertarianismo, também conhecido como libertarismo é a filosofia política que tem como fundamento a defesa da liberdade individual, da não-agressão, da propriedade privada e da supremacia do indivíduo. Suas raízes remontam ao taoísmo na China antiga, ao pensamento Aristotélico grego e ao renascimento e iluminismo que foram responsáveis por moldar o liberalismo clássico. Em diversas partes do mundo, o termo se confunde com a definição de liberalismo, embora libertarianismo tenha ganhado força a partir da expansão do movimento libertário nos Estados Unidos, visto que naquele país o adjetivo liberal se refere a alguém que defende ampla intervenção do governo na economia. No libertarianismo, preconiza-se a liberdade em todos os aspectos.

As influências literárias sobre o libertarianismo incluem John LockeFrédéric BastiatDavid HumeAlexis de TocquevilleAdam SmithDavid RicardoRose Wilder LaneLysander Spoon,Milton FriedmanDavid FriedmanAyn RandJoseph SchumpeterFriedrich von HayekLudwig von Mises e Murray Rothbard[6]. Existem, contudo, divergências significativas em termos deepistemologiaontologia e metodologia na interpretação dos fenômenos sociais e econômicos entre esses diversos autores. Com particular relevância, Mises e Rothbard se distinguem de seus predecessores por rejeitar o empiricismo como método de avaliação científica.

Em seu mínimo denominador comum, libertarianistas são aqueles que apoiam a expansão das liberdades individuais tanto econômicas quanto sociais, ou seja, uma justaposição entre liberalismo econômico e social. Vertentes do libertarianismo mais próximas ao anarcocapitalismo defendem que as funções legislativas, punitivas e judicantes exercidas pelos Estados nacionais não deveriam ser exclusivas destes. Como todos os bens e serviços, a ordem legal representada no poder de legislar, julgar e punir poderia ser provida pelos mercados, em livre concorrência. Não seria o Estado, porém, o único possível provedor-garantidor da propriedade, da ordem, da vida.

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